Ministrados por MARCOS PINTO, professor multilíngue( Inglês, Francês, Espanhol e Italiano ), profissional na área das Artes Gráficas. Ilustrador com mais de 30 anos de experiência com trabalhos em ilustração para Literatura, Cartum e História em Quadrinhos dedicados ao público Infanto-Juvenil - publicados no Brasil, e também divulgados no Exterior, assim como trabalha como professor de crianças e jovens na área das Artes Gráficas desde 1984.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Altura e Proporções( mínimas )de uma CASA



Dois pontos de fuga, bem afastados entre si, o que faz com que o observador esteja bem afastado da quina frontal do objeto;
Em um plano paralelo à linha do horizonte, está a quina é chamado de “linha de terra” de agora em diante é onde o objeto está mais próximo do observador/leitor.
Se define uma altura qualquer sobre esta quina, que constitui a altura de 8 cabeças de um adulto:
Metade de 8 são 4 cabeças, logo se marcam ambas as alturas( 8 acima, e 4 no meio da vertical );
Se põem mais quatro cabeças sobre as 8 anteriores, o que perfaz 12 cabeças, que é a altura mínima para um cômodo onde uma pessoa possa viver( de outra maneira, não há ventilação )!
Isso perfaz também a altura de cada andar, se o prédio tiver mais de um( o térreo ).
Quando o Prédio está de frente, é fácil, já que somente se precisa traçar uma base que seja o dobro da altura – mas este não é o caso, já que estamos vendo o objeto a partir de uma de suas esquinas! Agora,
Já que definimos a altura mínima, temos de definir uma largura mínima, que é a de 24 cabeças( exatamente o dobro da altura, mas na horizontal ), mas... como projetar isso, se a figura está em perspectiva?
Primeiro,
Se extende a linha vertical até que esta tenha 24 cabeças de altura( essa linha não vai aparecer méis tarde, quando se finalizar o desenho, mas precisa ser feita ):
Muito bem, agora temos de saber o quanto as paredes se extendem em profundidade – o ideal é que sejam 24 cabeças( na horizontal )afim de que uma pessoa possa se mover e pôr mobília dentro da casa e com alguma comodidade - logo, assim que tivermos traçado as arestas superiores das paredes( na altura da 12.a cabeça ), será fácil determinar paredes laterais que tenham 24 cabeças de comprimento: Estenda uma linha paralela ao horizonte, no topo da linha de 24 cabeças que acabou de ser traçada:
Esta linha está em 90 graus em relação `a vertical. Trace agora, dos dois lados( em cada canto do “T” acmia ), linhas em 45 graus, que cruzem as linhas de aresta de base:
Onde estas se cruzarem, trace as arestas verticais do objeto, que estão ao fundo do mesmo:
Agora tu tens um objeto cuja altura tem 12 cabeças, mas cujas paredes laterais têm a a largura 24 cabeças, embora em perspectiva!
Trace agora as linhas fugitivas a a partir dos seus pontos de fuga, até as quinas superiores destas paredes( uma de cada vez ):
Aopague as linhas fugitivas que não aparecem na figura, e o objeto está terminado – com as alturas da pessoa( 8 ), teto( 12 ) e suas paces laterais( paredes )com a largura de 24 cabeças, embora em perspectiva!
Para saber onde fica a altura da porta e da janela, divida o espaço entre 12 e 8 em quatro partes iguais:
... E a primeira marca, de baixo para cima a partir do 8 é a nona cabeça!
Como as jannelas, por uma questão de segurança têm os seus batentes na altura da 4.a cabeça, já se tem uma idéia de onde a janela começa e termina, em termos de altura – daí, é só projetar em perspectiva,pontando desde os seus pontos de fuga!
Em um plano paralelo à linha do horizonte, está a quina é chamado de “linha de terra” de agora em diante é onde o objeto está mais próximo do observador/leitor.
Se define uma altura qualquer sobre esta quina, que constitui a altura de 8 cabeças de um adulto:
Metade de 8 são 4 cabeças, logo se marcam ambas as alturas( 8 acima, e 4 no meio da vertical );
Se põem mais quatro cabeças sobre as 8 anteriores, o que perfaz 12 cabeças, que é a altura mínima para um cômodo onde uma pessoa possa viver( de outra maneira, não há ventilação )!
Isso perfaz também a altura de cada andar, se o prédio tiver mais de um( o térreo ).
Quando o Prédio está de frente, é fácil, já que somente se precisa traçar uma base que seja o dobro da altura – mas este não é o caso, já que estamos vendo o objeto a partir de uma de suas esquinas! Agora,
Já que definimos a altura mínima, temos de definir uma largura mínima, que é a de 24 cabeças( exatamente o dobro da altura, mas na horizontal ), mas... como projetar isso, se a figura está em perspectiva?
Primeiro,
Se extende a linha vertical até que esta tenha 24 cabeças de altura( essa linha não vai aparecer méis tarde, quando se finalizar o desenho, mas precisa ser feita ):
Muito bem, agora temos de saber o quanto as paredes se extendem em profundidade – o ideal é que sejam 24 cabeças( na horizontal )afim de que uma pessoa possa se mover e pôr mobília dentro da casa e com alguma comodidade - logo, assim que tivermos traçado as arestas superiores das paredes( na altura da 12.a cabeça ), será fácil determinar paredes laterais que tenham 24 cabeças de comprimento: Estenda uma linha paralela ao horizonte, no topo da linha de 24 cabeças que acabou de ser traçada:
Esta linha está em 90 graus em relação `a vertical. Trace agora, dos dois lados( em cada canto do “T” acmia ), linhas em 45 graus, que cruzem as linhas de aresta de base:
Onde estas se cruzarem, trace as arestas verticais do objeto, que estão ao fundo do mesmo:
Agora tu tens um objeto cuja altura tem 12 cabeças, mas cujas paredes laterais têm a a largura 24 cabeças, embora em perspectiva!
Trace agora as linhas fugitivas a a partir dos seus pontos de fuga, até as quinas superiores destas paredes( uma de cada vez ):
Aopague as linhas fugitivas que não aparecem na figura, e o objeto está terminado – com as alturas da pessoa( 8 ), teto( 12 ) e suas paces laterais( paredes )com a largura de 24 cabeças, embora em perspectiva!
Para saber onde fica a altura da porta e da janela, divida o espaço entre 12 e 8 em quatro partes iguais:
... E a primeira marca, de baixo para cima a partir do 8 é a nona cabeça!
Como as jannelas, por uma questão de segurança têm os seus batentes na altura da 4.a cabeça, já se tem uma idéia de onde a janela começa e termina, em termos de altura – daí, é só projetar em perspectiva,pontando desde os seus pontos de fuga!
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Perspectiva com TRÊS pontos de fuga - CONTRE-PLONGÉE





E, se quisermos ver objetos de baixo?
Iremos por a linha de horizonte bem baixa na cena, assim:
Estamos constuindo a base do objeto, agora!
Logo, iremos posicionar o terceiro ponto de fuga em algum lugar acima da linha de horizonte, também.
... gerando as arestas laterais desse objeto, fazendo-as se encontrar, cada uma, em cada quina dessa base que a recém desenhamos!
Se traçam, dos mesmos pontos de fuga que antes foram usados as linhas fugitivas que servirão para definir as arestas de topo do objeto!
Eliminam-se as linhas guias e...
temos o objeto, visto de baixo!
Como tu podes ver abaixo, a linha de horizonte está ACIMA do objeto proposto, logo estaremos vendo esse objeto de cima – dado que começamos a desenha-lo pelo topo!
Este tipo de ângulo de visão é chamado de “contre-plongée”
Tal como anteriormente, tu podes gerar vários objetos a partir destes mesmos pontos de fuga:
Só que, neste caso,
Como os objetos estão suspensos no ar, as suas bases não precisam estar alinhadas com a linha de terra – logo, algunspode estar suspensos ou mais alto ou mais baixo que os outros!
Iremos por a linha de horizonte bem baixa na cena, assim:
Estamos constuindo a base do objeto, agora!
Logo, iremos posicionar o terceiro ponto de fuga em algum lugar acima da linha de horizonte, também.
... gerando as arestas laterais desse objeto, fazendo-as se encontrar, cada uma, em cada quina dessa base que a recém desenhamos!
Se traçam, dos mesmos pontos de fuga que antes foram usados as linhas fugitivas que servirão para definir as arestas de topo do objeto!
Eliminam-se as linhas guias e...
temos o objeto, visto de baixo!
Como tu podes ver abaixo, a linha de horizonte está ACIMA do objeto proposto, logo estaremos vendo esse objeto de cima – dado que começamos a desenha-lo pelo topo!
Este tipo de ângulo de visão é chamado de “contre-plongée”
Tal como anteriormente, tu podes gerar vários objetos a partir destes mesmos pontos de fuga:
Só que, neste caso,
Como os objetos estão suspensos no ar, as suas bases não precisam estar alinhadas com a linha de terra – logo, algunspode estar suspensos ou mais alto ou mais baixo que os outros!
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Perspectiva com TRÊS pontos de fuga - PLONGÉE





Se traçam, a partir dos pontos de fuga, as linhas de frente e base do objeto, constituindo o topo deste.
De um terceiro ponto, abaixo, se geram linhas que vão se encontra em cada quina visível do objeto.
Dos mesmos pontos de fuga usados anteriormente, se geram linhas fugitivas que vão definir onde está a base do objeto.
Eliminam-se as linhas guias:
... E o objeto está pronto!
Vamos chama-lo de “objeto A”.
Tu podes gerar quantos outros objetos quiseres a partir destes pontos de fuga:
Como tu podes ver abaixo, a linha de horizonte está ACIMA do objeto proposto, logo estaremos vendo esse objeto de cima – dado que começamos a desenha-lo pelo topo!
Este tipo de ângulo de visão é chamado de “plongée”
As bases de todos estão alinhadas no chão, onde se define uma “linha de terra” a partir do ponto mais próximo do leitor, a quina do objeto “A”.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Perspectiva com DOIS pontos de fuga











Se posicionam os dois poontos de fuga BEM afastados entre si,
e se geram duas linhas de fuga que se cruzam;
Se gera a altura que se deseja para o objeto, a partir do ponto de encontro das linhas fugitivas;
A partir da altura a recém gerada, se traçam outra duas linhas fugitivas em direção a cada um dos pontos de fuga – isso vai dar a altura das faces laterais( ou “paredes” do objeto )!
Se traça uma das arestas de base ao fundo do objeto( o que dá uma idéia da profundidade do mesmo para um ods seus lados, traçando desde o ponto de fuga até cruzar com uma das arestas de base frontais, feitas anteriormente:
Se traça a outra aresta de fundo, a partir do seu ponto de fuga correspondente( eu a deixie menor que a primeira de propósito );
Se traçam as linhas verticais ao fundo de cada aresta frontal, dando a altura que o objeto tem ao fundo
SEMPRE A PARTIR DO PONTO DE FUGA,
Se traça a linha fugitiva correspondente à aresta superior do objeto, indo se encontrar naquela altura vertical em profundidade que a recém foi traçada!
Faça isto de um lado, e repita do outro, assim:
Finalize por traçar a aresta vertical ao fundo, que une as quinas inferior e superior ao fundo da figura:
Elimine as linhas guias( ou seja, as linhas fugitivas que não mais fazem parte da figura ), e tu tens o objeto finalizado!
terça-feira, 12 de maio de 2009
Perspectiva com UM ponto de fuga










- Se traça uma linha horizontal, e se posiciona o ponto de fuga no centro
- Se traça a aresta externa( ou direita )da figura
- Se traça a aresta interna( ou esquerda ) da figura
- Se traça a aresta de base frontal, que serve de linha de terra para o objeto
Se traça a aresta de base ao fundo, que dá a profundidade do objeto( e também o formato da base do mesmo )
Se define uma altura para o objeto, traçando uma vertical a partir de umas das quinas frontais( e que também estão mais próximas do leitor )
Se repete a mesma altura na outra quina
Se unem as alturas, dando forma à face frontal do objeto
Se traçam as linhas de fuga a partir das alturas a recém traçadas, em direção ao ponto de fuga
Se traçam as duas arestas verticais de fundo. A partir das quinas na base, ao fundo do objeto
Finalmente,
Se unem as Alturas ao fundo, completando a figura!
segunda-feira, 11 de maio de 2009
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